<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Noticias &#8211; Sales Advocacia</title>
	<atom:link href="https://salesadvocaciase.com/category/noticias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://salesadvocaciase.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Apr 2025 09:51:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://salesadvocaciase.com/wp-content/uploads/2025/03/cropped-Design-sem-nome.zip-2-1-edited-1-32x32.png</url>
	<title>Noticias &#8211; Sales Advocacia</title>
	<link>https://salesadvocaciase.com</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Reforma do Código Civil: o que é herança digital?</title>
		<link>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/reforma-do-codigo-civil-o-que-e-heranca-digital/</link>
					<comments>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/reforma-do-codigo-civil-o-que-e-heranca-digital/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 09:51:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[bens digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Código Civil]]></category>
		<category><![CDATA[cônjuge]]></category>
		<category><![CDATA[deserdação]]></category>
		<category><![CDATA[Direito Civil]]></category>
		<category><![CDATA[direito sucessório]]></category>
		<category><![CDATA[herança digital]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma do Código Civil]]></category>
		<category><![CDATA[reprodução assistida]]></category>
		<category><![CDATA[Senado Federal]]></category>
		<category><![CDATA[sucessão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salesadvocaciase.com/?p=453</guid>

					<description><![CDATA[Recentemente, a revista Veja publicou uma matéria detalhando as possíveis mudanças nas regras de herança propostas na reforma do Código Civil brasileiro. A proposta, que tramita no Senado Federal, sugere alterações significativas, incluindo a possibilidade de exclusão de cônjuges e filhos da sucessão e a inclusão de bens digitais no patrimônio hereditário. Atualmente, o Código [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Recentemente, a revista Veja publicou uma matéria detalhando as possíveis mudanças nas regras de herança propostas na reforma do Código Civil brasileiro. A proposta, que tramita no Senado Federal, sugere alterações significativas, incluindo a possibilidade de exclusão de cônjuges e filhos da sucessão e a inclusão de bens digitais no patrimônio hereditário. Atualmente, o Código Civil considera como herdeiros necessários os descendentes, ascendentes e o cônjuge. Com a reforma, o cônjuge deixaria de ser automaticamente um herdeiro necessário, especialmente nos regimes de comunhão parcial e separação total de bens. Além disso, a proposta prevê a inclusão do patrimônio digital, como contas em redes sociais e criptomoedas, na sucessão. Essas mudanças visam modernizar a legislação e adequá-la às novas realidades sociais e tecnológicas.</p>



<p>A proposta de reforma do Código Civil brasileiro, atualmente em tramitação no Senado Federal, sugere mudanças significativas nas regras de sucessão de bens, visando modernizar a legislação e adaptá-la às novas realidades sociais e tecnológicas.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading">Principais Alterações Propostas:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. Exclusão do Cônjuge como Herdeiro Necessário</h3>



<p>Atualmente, o Código Civil brasileiro considera o cônjuge como herdeiro necessário, garantindo-lhe uma parcela obrigatória da herança, mesmo nos regimes de separação total de bens. Com a proposta de reforma, nos regimes de comunhão parcial e separação total de bens, o cônjuge só seria herdeiro se não houvesse descendentes (filhos, netos) ou ascendentes (pais, avós) do falecido. Por exemplo, em um casamento sob o regime de separação total de bens, se o falecido deixar filhos, o cônjuge sobrevivente não teria direito à herança, recebendo apenas o que lhe couber por meação, se aplicável.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">2. Deserdação por Abandono Afetivo ou Material</h3>



<p>A reforma propõe incluir o abandono afetivo ou material como causa de deserdação. Atualmente, as causas para deserdação são restritas a situações como ofensa física, injúria grave ou relações ilícitas com o cônjuge do falecido. Com a mudança, um pai poderia deserdar um filho que o abandonou material ou afetivamente de forma voluntária e injustificada.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">3. Inclusão de Bens Digitais na Herança</h3>



<p>Ativos digitais como contas em redes sociais, criptomoedas e outros bens virtuais tornaram-se parte significativa do patrimônio de muitos indivíduos. A proposta reconhece esses bens digitais com valor econômico como parte do patrimônio transmissível aos herdeiros, preenchendo lacuna na legislação atual.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Reconhecimento de Filhos Gerados por Reprodução Assistida Post Mortem</strong></h3>



<p>A proposta aborda filhos concebidos por técnicas de reprodução assistida após o falecimento de um dos genitores. Esses filhos teriam direitos sucessórios garantidos, desde que haja autorização expressa do falecido para o uso de seu material genético, nascendo dentro de prazo determinado após o falecimento.<br></p>



<p>Essas alterações refletem a tentativa de adaptar o Código Civil às transformações sociais e tecnológicas ocorridas nas últimas décadas, promovendo maior flexibilidade e justiça nas relações patrimoniais e familiares.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fonte: <a class="" href="https://veja.abril.com.br/economia/o-que-deve-mudar-nas-regras-de-heranca-apos-reforma-do-codigo-civil/" target="_blank" rel="noopener">https://veja.abril.com.br/economia/o-que-deve-mudar-nas-regras-de-heranca-apos-reforma-do-codigo-civil/</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/reforma-do-codigo-civil-o-que-e-heranca-digital/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tribunal reconhece falha do Banco do Brasil e afasta cobrança de transações fraudulentas</title>
		<link>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/tribunal-reconhece-falha-do-banco-do-brasil-e-afasta-cobranca-de-transacoes-fraudulentas/</link>
					<comments>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/tribunal-reconhece-falha-do-banco-do-brasil-e-afasta-cobranca-de-transacoes-fraudulentas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 09:41:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Código de Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Fraude financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe bancário]]></category>
		<category><![CDATA[Jurisprudência]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Responsabilidade objetiva]]></category>
		<category><![CDATA[TJRN]]></category>
		<category><![CDATA[Transações fraudulentas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salesadvocaciase.com/?p=448</guid>

					<description><![CDATA[Em decisão unânime, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN) declarou inexigíveis os débitos de R$ 90 mil oriundos de fraudes bancárias na conta de um cliente do Banco do Brasil. A Corte reconheceu falha na prestação do serviço e reforçou a responsabilidade objetiva da instituição financeira, conforme [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em decisão unânime, a 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ/RN) declarou inexigíveis os débitos de R$ 90 mil oriundos de fraudes bancárias na conta de um cliente do Banco do Brasil. A Corte reconheceu falha na prestação do serviço e reforçou a responsabilidade objetiva da instituição financeira, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Entenda o caso</h3>



<p>O cliente foi vítima de um golpe aplicado por estelionatários que se passaram por funcionários do banco. Inicialmente, recebeu mensagens de texto com aparência oficial, contendo número de protocolo e o nome da gerente de sua conta. A comunicação orientava que ele comparecesse a um caixa eletrônico para alterar senhas e atualizar aplicativos, supostamente como medida de segurança.</p>



<p>Ao interagir com a mensagem, foi contatado por telefone por um indivíduo que se identificou como atendente do Banco do Brasil. Esse falso funcionário o convenceu a realizar transferências e contratar empréstimos, totalizando R$ 90 mil.</p>



<p>Apesar de ter comunicado imediatamente a ocorrência à instituição, não obteve retorno eficaz, o que o levou a ingressar com ação judicial para suspender a cobrança dos valores indevidamente debitados, além de pleitear indenização por danos morais. Segundo ele, as movimentações foram atípicas, incompatíveis com seu histórico bancário, e realizadas em curto espaço de tempo.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Decisão de 1ª instância e recurso</h3>



<p>Em primeira instância, o pedido foi julgado improcedente sob o entendimento de que a responsabilidade pelos prejuízos seria exclusiva da vítima ou dos golpistas. Inconformado, o consumidor recorreu ao TJ/RN.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Responsabilidade objetiva e falha de segurança</h3>



<p>O relator do recurso, desembargador João Batista Rodrigues Rebouças, destacou que a responsabilidade dos bancos é objetiva, conforme o artigo 14 do CDC e a Súmula 479 do STJ. Ressaltou ainda a obrigação das instituições financeiras em adotar mecanismos eficazes de segurança para prevenir fraudes.</p>



<p>Segundo o magistrado, o banco não adotou medidas mínimas para detectar ou impedir transações incompatíveis com o perfil do cliente, o que configura falha na prestação do serviço. Mesmo após reconhecer a fraude, o banco autorizou transferências e empréstimos de alto valor, sem qualquer questionamento prévio.</p>



<p>O relator também afirmou que o simples uso de cartão e senha por terceiros não exime a instituição de sua responsabilidade legal.</p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading">Resultado</h3>



<p>Diante dos fatos, a 2ª Câmara Cível do TJ/RN afastou a cobrança dos valores decorrentes da fraude, reconhecendo que houve falha no serviço prestado pelo Banco do Brasil.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f517.png" alt="🔗" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Fonte: <a class="" href="https://www.migalhas.com.br/quentes/427282/tj-rn-reconhece-falha-do-bb-e-afasta-cobranca-de-transacao-fraudulenta" target="_blank" rel="noopener">Migalhas &#8211; TJ/RN reconhece falha do BB e afasta cobrança de transação fraudulenta</a></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/tribunal-reconhece-falha-do-banco-do-brasil-e-afasta-cobranca-de-transacoes-fraudulentas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ determina cobertura obrigatória de terapias especializadas para pessoas com autismo</title>
		<link>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/stj-determina-cobertura-obrigatoria-de-terapias-especializadas-para-pessoas-com-autismo/</link>
					<comments>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/stj-determina-cobertura-obrigatoria-de-terapias-especializadas-para-pessoas-com-autismo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Anderson Sales]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 09:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos da pessoa com deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[Equoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Hidroterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Musicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Planos de saúde]]></category>
		<category><![CDATA[STJ]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
		<category><![CDATA[Terapias especializadas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://salesadvocaciase.com/?p=445</guid>

					<description><![CDATA[STJ determina cobertura obrigatória de terapias especializadas para pessoas com autismoO Superior Tribunal de Justiça (STJ), em recente decisão da Terceira Turma, firmou um importante entendimento em favor das pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). De forma unânime, os ministros determinaram que as operadoras de planos de saúde são obrigadas a cobrir sessões de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>STJ determina cobertura obrigatória de terapias especializadas para pessoas com autismo<br>O Superior Tribunal de Justiça (STJ), em recente decisão da Terceira Turma, firmou um importante entendimento em favor das pessoas com transtorno do espectro autista (TEA). De forma unânime, os ministros determinaram que as operadoras de planos de saúde são obrigadas a cobrir sessões de terapias especializadas prescritas para o tratamento do TEA — entre elas, musicoterapia, equoterapia e hidroterapia.</p>



<p>A relatora do caso, ministra Nancy Andrighi, destacou que essas terapias, quando indicadas por profissional de saúde, integram o tratamento multidisciplinar necessário ao pleno desenvolvimento de pessoas com autismo, e que a recusa indevida de cobertura viola o princípio da dignidade da pessoa humana.</p>



<p>Apesar de o processo tramitar sob segredo de justiça, o conteúdo da decisão foi incluído na edição 845 do Informativo de Jurisprudência do STJ, divulgado pela Secretaria de Biblioteca e Jurisprudência do tribunal.</p>



<p>A decisão reforça a jurisprudência no sentido de garantir o direito à saúde e ao tratamento integral e individualizado das pessoas com TEA, independentemente da listagem de procedimentos estabelecida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).</p>



<p>Apesar de o processo tramitar sob segredo de justiça, o conteúdo da decisão foi incluído na edição 845 do Informativo de Jurisprudência do STJ, divulgado pela Secretaria de Biblioteca e Jurisprudência do tribunal.</p>



<p>A decisão reforça a jurisprudência no sentido de garantir o direito à saúde e ao tratamento integral e individualizado das pessoas com TEA, independentemente da listagem de procedimentos estabelecida pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).<br>Além dessa relevante decisão, o informativo também destacou julgamento da Segunda Turma, que decidiu ser incabível a ação de consignação em pagamento para parcelamento de tributos. No caso, o devedor deve consignar o valor integral da exação tributária, conforme fixado no REsp 2.146.757, sob relatoria do ministro Francisco Falcão.</p>



<p>O Informativo de Jurisprudência do STJ é publicado regularmente e tem como objetivo divulgar entendimentos relevantes firmados pela Corte. A edição completa e outras decisões podem ser consultadas diretamente no site do tribunal: <a href="http://www.stj.jus.br" data-type="link" data-id="www.stj.jus.br" target="_blank" rel="noopener">www.stj.jus.br</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://salesadvocaciase.com/2025/04/08/stj-determina-cobertura-obrigatoria-de-terapias-especializadas-para-pessoas-com-autismo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
