Pais de crianças com autismo enfrentam uma rotina intensa: são terapias, consultas, acompanhamentos e, principalmente, a necessidade de presença constante para estimular o desenvolvimento dos filhos. Muitas vezes, essa dedicação entra em conflito com a carga horária do trabalho.
Foi exatamente essa realidade que levou a Justiça a permitir que um bancário, pai de uma criança com TEA, reduzisse sua jornada semanal de 30 para 15 horas sem perda salarial. A decisão reconheceu que o cuidado vai além da medicina — é uma necessidade familiar e social.
A boa notícia é que esse tipo de decisão não está restrito ao setor público. Já existem precedentes semelhantes também na iniciativa privada. O mais importante é demonstrar a real necessidade do acompanhamento e buscar orientação jurídica especializada.
Essa informação pode transformar a vida de muitas famílias. Compartilhe com quem precisa saber disso. Se tiver dúvidas ou quiser saber mais, deixa aqui nos comentários.
Importante: Este conteúdo possui caráter exclusivamente informativo, conforme determina o Provimento 205/2021 da OAB
